Deputado Nereu Crispim participou do 2º Encontro Nacional dos Caminhoneiros

Crispim é presidente da Frente Parlamentar Mista dos Caminhoneiros Autônomos e Celestistas e esteve presente, neste sábado (16), no 2º Encontro Nacional dos Caminhoneiros Autônomos e Celetistas no Rio de Janeiro. O evento que ocorreu no Américas Granada Hotel, foi organizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL), pelo Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC) e pela Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava) e faz parte da agenda de lutas unificadas definida no Encontro realizado em 18 de setembro, em Brasília.

O aumento abusivo no preço do diesel e a necessidade de uma revisão da política de preços da Petrobras, conhecida como Preço de Paridade de Importação(PPI), são alguns dos temas debatidos no evento.

O deputado Nereu Crispim vem defendendo veementemente as bandeiras da categoria junto ao Congresso Nacional e é o proponente do PL750/21 que tem real potencial de solucionar e estabilizar esses preços a partir da criação de um Fundo de Estabilização dos Preços de Derivados do Petróleo (FEPD) tendo como fonte a arrecadação de impostos sobre as exportações de petróleo bruto, o parlamentar argumenta “os combustíveis e o gás de cozinha no Brasil estão com aumentos sucessivos abusivos causando como resultado preços exorbitantes e isso altera a economia do país gerando inflação, desemprego, miséria, desigualdade, e fome. Acontece que, desde 2016 até hoje as petrolíferas quase nada pagam. Nós temos petróleo, temos refinarias e o que é feito? Deixa-se as refinarias ociosas e as entrega a preço de bananas! Exporta-se petróleo bruto cobrando quase nada de impostos, compra-se tudo de volta pagando em dólar. Esse é o modelo genial para acabar com a economia brasileira!”

Crispim explanou sobre seu projeto (PL750) “O sistema de Fundo Soberano é praticado pela maioria das maiores economias mundial. Diversos especialistas afirmam que temos três soluções possíveis para diminuir os preços do petróleo e seus derivados, que são: adotar critérios econômicos nacionais, criar fundo de estabilização e taxação do petróleo bruto na exportação modificando a política atual de PPI (preço de paridade de importação) para PPE (preço de paridade de exportação), soluções estas que estão contempladas na proposta do PL750/21”, finalizou.

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