Na pesquisa da XP, Jair Bolsonaro ganha de todos os seus adversários no segundo turno

Na pesquisa da XP, Jair Bolsonaro ganha de todos os seus adversários no segundo turno. Ele bate Geraldo Alckmin por 34% a 29%, Marina Silva por 36% a 31% e Ciro Gomes por 37% a 29%. Aproveite para ler as reportagens da Crusoé sobre o passado e o futuro de Jair Bolsonaro e uma entrevista com o candidato.

Bolsonaro bate Lula no segundo turno

Jair Bolsonaro aparece à frente de Lula no segundo turno, segundo a pesquisa da XP.

Ele tem 37% dos votos contra 35% do presidiário.

O cenário é irrealizável, porque Lula está na cadeia e não será candidato. Mas o resultado mostra a popularidade de Jair Bolsonaro, que neste momento não tem adversários.

O TSE deve aprovar por unanimidade a norma que impede candidaturas de condenados, diz a Folha de S. Paulo.

“Há uma articulação para que, logo depois, o MPF peça uma tutela cautelar afirmando que o réu não poderia nem sequer pedir registro no TSE — como pretende fazer o PT no caso de Lula.”

Unanimidade no TSE contra a candidatura de Lula

Na semana que vem, o TSE pode desmontar a farsa da candidatura de Lula.

Segundo a Folha de S. Paulo, o ministro Napoleão Maia Filho “reviu seu voto e decidiu admitir a discussão sobre a possibilidade de um réu condenado ser candidato a presidente da República (…).

A questão será levada por Maia ao plenário do TSE na terça-feira. A aposta é que a afirmação de que um condenado não pode concorrer será aprovada por unanimidade, antecipando, na prática, o veredicto sobre a candidatura do petista.”

Bolsonaro 24%

Na pesquisa espontânea da XP Investimentos em parceria com IPESPE, Jair Bolsonaro tem 13% das intenções de votos e aparece tecnicamente empatado com Lula, com 11%.

No cenário sem Lula, Jair Bolsonaro tem 24% de intenção de votos. Uma ampla vantagem sobre Marina Silva, que está em segundo lugar com 13% e Ciro Gomes, com 10%.

A pesquisa foi feita entre os dias 15 e 18 de maio e entre os dias 21 e 23 de maios, com 2000 pessoas. Leia sobre o candidato na Crusoé desta semana:

Petistas X Antipetistas

Uma pesquisa citada pela Veja mostra que o eleitorado se divide entre 17,3% de petistas e 38,3% de antipetistas.

O autor da pesquisa disse:

“O antipetismo é hoje a principal identidade política com capacidade de mobilização no Brasil”.

Os mais rejeitados

O Estadão publicou o resultado da última pesquisa Ipsos.

Dos candidatos presidenciais, quem se sai melhorzinho é Marina Silva. Ela é rejeitada por 61% do eleitorado e aprovada por 30%.

Em seguida, vem Jair Bolsonaro, rejeitado por 60% e aprovado por 23%.

“Mais Brasil, menos Brasília”

Em sua reportagem sobre Jair Bolsonaro, a Crusoé conversou com Paulo Guedes.

Ele prometeu o federalismo fiscal e deu o melhor slogan para a campanha eleitoral: “Mais Brasil, menos Brasília”.

EUA publicam alerta a quem viajar ao Brasil

Por causa da paralisação dos caminhoneiros, o Departamento de Estado americano publicou no Twitter um alerta a quem viajar ao Brasil: estoque água e itens de uso domésticos.

Um caminhoneiro setentão furou o sonho de Lula e da CUT: parar o Brasil (Gazeta do Povo)

O sonho de mobilização de Lula e da CUT foi colocado em prática por um outro time de sindicalistas: o da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam). Uma entidade liderada por um sindicalista setentão (assim como o ex-presidente), que botou Congresso, Planalto, e até o tucano que preside a Petrobras para rebolar.

Uma pequena amostra desse poder de fogo do presidente da Abcam, José Fonseca Lopes, atingiu o presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE). Na quarta-feira, em meio à confusão sobre zerar o PIS/Cofins do diesel, Eunício resolveu deixar Brasília. Bastou Lopes insinuar que o senador estava tomando um uisquinho com água de coco em Fortaleza para o emedebista fazer o voo de regresso (com jatinho pago com dinheiro público, obviamente).

Pouco se sabe sobre a trajetória de Lopes e é cedo para tratá-lo como herói ou vilão do país. Aliás, a Abcam é só uma das várias das entidades que, somadas, teriam conseguido mobilizar 350 mil caminhoneiros em todo país. O que de fato impressiona é a capilarização e a capacidade de comunicação do movimento, independente de quem manda.

Enquanto as centrais sindicais e o PT promovem malabarismos retóricos para tentar dialogar com os brasileiros em geral, os caminhoneiros são diretos e retos. Impossível não entender o que eles querem e por que eles querem (se eles estão de fato certos na forma e no conteúdo, é outra história).

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O senso de coletividade dos caminhoneiros, da comunicação e companheirismo por rádio às redes sociais e em especial pelo WhatsApp, chega a ser comovente. É fácil se aborrecer com o desabastecimento na cidade, mas as pessoas pensam várias vezes antes de sair xingando os caminhoneiros.

Ninguém está feliz com o preço dos combustíveis e esse descontentamento é muito fácil de ser transferido para a conta das autoridades que mandam no país. Os caminhoneiros, por mais transtorno que possam causar, já venceram essa batalha. Para vencer a guerra, agora, precisam saber a hora certa de sair dela.

Os mais rejeitados

O Estadão publicou o resultado da última pesquisa Ipsos.

Dos candidatos presidenciais, quem se sai melhorzinho é Marina Silva. Ela é rejeitada por 61% do eleitorado e aprovada por 30%.

Em seguida, vem Jair Bolsonaro, rejeitado por 60% e aprovado por 23%.

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